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Caminhoneiros protocolam ação para paralisação nacional e reivindicam direitos da categoria
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Paralisação prevista para esta quinta-feira busca melhorias para caminhoneiros, como estabilidade contratual, reestruturação do transporte de cargas e aposentadoria especial.
Por: Camaçari Notícias
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O representante da União Brasileira dos Caminhoneiros, Francisco Dalmora Burgardt, conhecido como Chicão Caminhoneiro, e o desembargador Sebastião Coelho, aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, protocolaram uma ação visando a legalização de uma paralisação geral da categoria, prevista para começar em todo o país a partir desta quinta-feira (4).
“Estaremos protocolando o movimento para trazermos a legalidade jurídica dessa ação que vamos iniciar a partir do dia 4 de dezembro. Doutor Sebastião Coelho estará conosco, nos acompanhará. Teremos todo o suporte jurídico necessário para o ato e dentro da legalidade que a lei estabelece”, anunciou Chicão.
“Agradeço a confiança do movimento, tem o meu apoio. Estarei lá com vocês para dar assistência jurídica e o que for necessário, não só agora, mas em todo o desenrolar do processo, e eu creio que será um processo vitorioso para toda a categoria, diante da pauta que vocês irão apresentar”, declarou o desembargador.
De acordo com líderes do setor, o movimento não tem ligação política partidária, sendo pautado exclusivamente por demandas da classe. Entre os principais pleitos estão a estabilidade contratual dos caminhoneiros, a garantia do cumprimento da legislação vigente, a reestruturação do Marco Regulatório do Transporte de Cargas e a concessão de aposentadoria especial após 25 anos de trabalho comprovado, mediante recolhimento ou documento fiscal emitido.
“Não podemos impedir o direito de ir e vir das pessoas, temos que respeitar toda a legislação que é imposta à categoria no sentido de permitir o livre trânsito das pessoas. Esse movimento é de caminhoneiros, guerreiros, lutadores”, declarou.
Greve em 2018
Em 2018, caminhoneiros realizaram uma greve nacional de dez dias, motivada principalmente pelo aumento frequente dos preços dos combustíveis, sobretudo do óleo diesel. O protesto provocou impactos significativos no abastecimento de combustíveis e alimentos em todo o país e só chegou ao fim após o então presidente Michel Temer atender a algumas das reivindicações da categoria.
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