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Confusão entre turistas e barraqueiros termina em agressões na praia de Porto de Galinhas
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Impasse sobre pagamento em barraca teria iniciado a confusão, que gerou agressões, intervenção de salva-vidas e denúncias de práticas abusivas nas redes sociais
Por: Camaçari Notícias
Foto: Reprodução/Instagram
Uma confusão generalizada foi registrada na tarde de sábado (27) na praia de Porto de Galinhas, um dos principais destinos turísticos do Brasil, localizado no município de Ipojuca, no Litoral Sul de Pernambuco. O episódio envolveu turistas e barraqueiros da região e gerou grande repercussão nas redes sociais.
De acordo com relatos de populares, a confusão começou após um impasse entre dois turistas e um barraqueiro. Testemunhas informaram que os homens, cujas identidades não foram divulgadas, teriam se recusado a pagar a conta depois de se acomodarem em uma barraca instalada na faixa de areia. Durante a discussão, um dos turistas teria agredido um trabalhador, o que acabou desencadeando um tumulto no local.
Ainda segundo pessoas que presenciaram a cena, outros barraqueiros se juntaram à confusão e passaram a agredir os turistas. Diante da gravidade da situação, salva-vidas que atuam na praia intervieram para conter o conflito e retiraram a dupla do local.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram um dos homens com o rosto ensanguentado após as agressões. O caso provocou uma série de manifestações de internautas, que aproveitaram o episódio para denunciar supostas práticas abusivas cometidas por barraqueiros contra visitantes em Porto de Galinhas.
Em uma publicação no Instagram, usuários relataram que o local estaria “loteado por quadrilhas que formam cartéis”, acusando alguns trabalhadores de extorsão e pressão sobre turistas. “Os barraqueiros colocando as garrinhas de fora… Porto é pura extorsão! E quem se recusa a pagar o aluguel das barracas dá nisso. Nada justifica agressões de ambos os lados, mas também não coloco minha mão no fogo por esses barraqueiros”, comentou um internauta.
Outro usuário fez críticas mais duras e cobrou a atuação do poder público. “Se recusarem a pagar a conta? Que nada! Esses caras assediam, roubam, enganam turistas. O poder público tem que intervir nessa pilantragem. Ninguém aguenta mais. A prefeitura não faz nada. Tem que apelar para outras instâncias. Um absurdo. Um lugar que é referência mundial de turismo mostrando para o mundo práticas terríveis”, escreveu.
Até o momento, não há informações oficiais sobre registro de ocorrência policial ou medidas adotadas pelas autoridades locais. O caso reacende o debate sobre a fiscalização, a organização do comércio informal e a necessidade de ações do poder público para garantir a segurança e a boa experiência de turistas e trabalhadores em um dos principais cartões-postais de Pernambuco.
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