Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Notícias

/

Geral

/

Golpe no WhatsApp usa falsa regularização do título de eleitor e coloca dados de cidadãos em risco

Geral

Golpe no WhatsApp usa falsa regularização do título de eleitor e coloca dados de cidadãos em risco

Mensagem falsa promete regularização do título, mas é armadilha para roubo de dados e fraudes bancárias.

Por: Camaçari Notícias

Foto: Antonio Augusto/Ascom/ TSE

Com a proximidade das eleições de 2026, a Justiça Eleitoral alerta para um golpe sofisticado que vem sendo disseminado pelo WhatsApp. Sob o pretexto de regularizar o título de eleitor, criminosos utilizam a logomarca oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e perfis que se apresentam como canais de atendimento ao cidadão para enganar os usuários mais desatentos.

Especialistas em segurança digital destacam que a coleta de dados pessoais por meio dessas fraudes é apenas o primeiro passo para crimes mais graves, como o roubo de identidade e fraudes bancárias, que podem resultar em contas esvaziadas e nomes negativados. Além do prejuízo financeiro, há risco democrático: eleitores que caem na armadilha e não regularizam sua situação pelos meios oficiais podem ser impedidos de votar caso deixem de atender os prazos definidos pela Justiça Eleitoral.

O TSE reforça que não envia mensagens de regularização por WhatsApp ou outros canais não oficiais. Para evitar golpes, o eleitor deve utilizar exclusivamente o Portal de Autoatendimento do Eleitor disponível no site do TSE: www.tse.jus.br.

Como identificar links fraudulentos

Selos de verificação: perfis oficiais do governo e da Justiça Eleitoral possuem ícones azuis ou verdes ao lado do nome. Perfis genéricos, como “Atendimento ao Cliente”, devem ser evitados.

Domínio do link: endereços oficiais terminam em .jus.br ou .gov.br. Desconfie de links com finais como .net, .org, .app ou URLs encurtadas que escondem o destino real.

Iniciativa da comunicação: o TSE não inicia contato para exigir regularizações. O eleitor deve buscar os serviços apenas pelo site oficial ou pelo aplicativo e-Título.

Seguindo essas orientações, o cidadão protege seus dados e contribui para a segurança do processo eleitoral, evitando cair em armadilhas que podem ter consequências financeiras e eleitorais graves.

Siga o CN1 no Google Notícias e tenha acesso aos destaques do dia.

Relacionados