Cineasta baiano Ricardo Spencer é encontrado morto aos 49 anos em São Paulo
Publicado em
Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies
Geral
Segundo o Ministério Público de São Paulo, grupo utilizava empresa de transportes para ocultar recursos ilícitos e reinseri-los na economia formal
Por: Camaçari Notícias
Foto: Reprodução
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) apresentou denúncia contra seis pessoas acusadas de integrar uma organização criminosa voltada à lavagem de dinheiro supostamente ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Entre os denunciados estão a advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra e Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, apontado pelas autoridades como líder da facção criminosa.
De acordo com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a organização mantinha uma estrutura financeira destinada a ocultar a origem de recursos ilícitos e reinseri-los na economia formal. As investigações apontam que o esquema teria operado entre 2018 e 2025 por meio de uma empresa de transportes administrada por Ciro Cesar Lemos, já condenado por organização criminosa.
Segundo a denúncia, Deolane Bezerra teria recebido depósitos fracionados provenientes da transportadora, utilizando contas próprias para ocultar a origem dos valores. O Ministério Público afirma ainda que a influenciadora planejava reestruturar suas empresas e transferi-las para fundos sediados no exterior, o que, segundo a acusação, faria parte da estratégia de lavagem de dinheiro.
Atualmente, Deolane permanece presa após ter um pedido de habeas corpus negado pela Justiça na terça-feira (9).
Marcola, por sua vez, está preso desde 1999. Apesar do encarceramento, o Ministério Público sustenta que ele continuaria exercendo influência sobre as operações da facção por meio de advogados, familiares, outros detentos e redes clandestinas de comunicação.
A defesa de Deolane Bezerra informou que ainda não teve acesso ao conteúdo integral da denúncia e negou qualquer envolvimento da influenciadora com organização criminosa ou prática de crimes.
Já os advogados de Marcola argumentam que ele está custodiado em presídio de segurança máxima desde 2019, o que tornaria inviável sua participação no esquema investigado.
Siga o CN1 no Google Notícias e tenha acesso aos destaques do dia.
Publicado em
Publicado em
Publicado em
Publicado em
Geral
20/07/2026 16:30
Geral
20/07/2026 15:00
Geral
20/07/2026 06:20
Geral
19/07/2026 11:10