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Mãe denuncia falta de especialistas no CER II e atraso no atendimento a criança com TEA
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Mãe relata espera de cerca de 10 meses por neurologista pediátrica e fonoaudiólogo para início de terapias essenciais
Por: Camaçari Notícias
Foto: Arquivo/PMC
A falta de profissionais especializados no Centro Especializado em Reabilitação Física e Intelectual (CER II) tem gerado reclamações de familiares de crianças que dependem do atendimento para iniciar terapias fundamentais ao desenvolvimento. Uma mãe denuncia a ausência de neurologista pediátrica e de fonoaudiólogo na unidade, o que tem impedido o acompanhamento adequado de sua filha, de 3 anos, diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA), nível 2.
Segundo o relato, a criança está na fila da regulação há cerca de 10 meses, aguardando atendimento para dar início às terapias indicadas. No entanto, a família afirma que não há médicos disponíveis na unidade e que não existe previsão para a chegada dos profissionais. Desde setembro, a informação repassada no local é de que o atendimento poderia ser normalizado “a qualquer momento”, o que até agora não ocorreu.
“Quero fazer uma reclamação. No CER II não tem neurologista pediátrica e fonoaudiólogo. Eu tenho uma filha com TEA (autista 2) de 3 anos que está na fila da regulação pra poder fazer as terapias, mas não tem médico na casa e sem previsão de quando vai ter. Pois a informação que me deram lá desde setembro e de que a qualquer momento pode chegar. Minha filha está nessa fila já tem 10 meses, até hoje nada de médico”.
A mãe também relata que, em abril, foi realizado um agendamento com neurologista pediátrica para o dia 24 de setembro. No entanto, ao comparecer à unidade na data marcada, foi informada de que a médica não permaneceu no serviço. Ainda conforme o relato, existe outra neurologista vinculada à unidade, mas a profissional designada para atender a criança seria diferente daquela disponível no momento.
“Obs: em abril agendaram a neurologista pra dia 24 de setembro. Chegando lá a informação e de que a médica não quis ficar na casa. Tem outra neurologista lá que me informaram, mas a que ia atender minha filha era outra”.
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