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Criminoso se passou por funcionário de empresa de prêmios, orientou vítimas a realizar procedimentos no celular e roubou todo o dinheiro disponível
Por: Camaçari Notícias
Foto: Leitor
Um casal morador do bairro Phoc III, em Camaçari, foi vítima de um golpe aplicado por meio de chamada de vídeo na manhã do último sábado (8). O criminoso se apresentou como funcionário de uma empresa de prêmios e conseguiu acesso aos celulares e às contas bancárias das vítimas, levando todo o dinheiro disponível.
De acordo com o relato do filho do casal, o golpista ligou para o pai por volta das 9h e se identificou como “Renato”, supostamente funcionário da empresa “Viva Sorte”. Durante a conversa, afirmou que a vítima havia sido contemplada com um prêmio de R$ 50 mil.
O pai enviou a chave Pix para receber o valor, mas o criminoso alegou que não conseguiria fazer a transferência por se tratar de uma quantia alta. Em seguida, pediu a chave Pix da esposa, dizendo que enviaria metade do dinheiro para a conta dela.
O golpista passou então a orientar a mulher a realizar procedimentos no aplicativo bancário. Segundo o relato, ele pediu que ela convertesse o limite do cartão de crédito em saldo e transferisse o valor para a conta do marido.
Na sequência, o criminoso afirmou que seria necessário liberar um código no celular do pai para concluir o suposto pagamento. Ainda em chamada de vídeo, orientou o casal a acessar as configurações do aparelho e mostrar o código gerado. “Quando eu cheguei em casa e meus pais contaram a história, eu entendi que o código era pra parear o celular do meu pai para clonar os dados do celular do meu pai com o dele”.
Após o procedimento, o celular do homem desligou. Mais tarde, a família percebeu que o aparelho havia sido pareado e os dados clonados. O golpista formatou o dispositivo, bloqueou o WhatsApp da vítima e transferiu todo o dinheiro das contas bancárias do casal.
O filho afirmou que decidiu tornar o caso público para buscar justiça e alertar outras pessoas, especialmente aquelas com pouca familiaridade com tecnologia. Segundo ele, o pai está desempregado e o valor roubado representava as economias da família. “Se eu estivesse em casa, na hora teria impedido isso de acontecer”, lamenta o filho.
O caso deve ser registrado na delegacia para investigação. Autoridades orientam que a população desconfie de promessas de prêmios inesperados, não compartilhe códigos de verificação e nunca realize procedimentos bancários orientados por desconhecidos.
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