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“Pagamos impostos, mas a rua continua sem pavimentação e manutenção”, denunciam moradores da CIA Sul

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“Pagamos impostos, mas a rua continua sem pavimentação e manutenção”, denunciam moradores da CIA Sul

Trecho da Rua Vivaldo Paim, no Núcleo Métrico, segue sem pavimentação e manutenção, causando prejuízos a cerca de 25 empresas e 400 trabalhadores na região.

Por: Camaçari Notícias

Foto: Leitor

Moradores, empresários e trabalhadores da região da CIA Sul, em Simões Filho, denunciam o abandono da Rua Vivaldo Paim, nº 40-B, Núcleo Métrico, há mais de seis anos. O trecho, onde funcionam cerca de 25 empresas e vivem moradores locais, segue sem pavimentação adequada ou manutenção, mesmo com promessas feitas por autoridades públicas.

Entre as empresas afetadas está a Transportadora Tesba Ltda, que mantém uma frota de aproximadamente 130 caminhões. Segundo o proprietário, Alisson Alexandre Lucca, o tráfego diário de caminhões pesados pela rua tem provocado danos frequentes aos veículos, como pneus estourados, rodas empenadas, problemas na suspensão e avarias na parte inferior, incluindo cárter, escapamento e sistema de freios.

Pagamos nossos impostos corretamente, mas não vemos o mínimo de investimento na rua. Falta pavimentação, manutenção e segurança. É um descaso com quem gera emprego e movimenta a economia local”, afirmou Lucca.

Além dos prejuízos materiais, os caminhoneiros relatam que a trepidação provocada pelos buracos tem danificado mercadorias transportadas, gerando perdas financeiras. Trabalhadores que usam veículos próprios para chegar ao trabalho também apontam aumento do risco de assaltos, já que precisam reduzir a velocidade ou parar em trechos críticos da rua.

Segundo os denunciantes, o problema já foi levado ao conhecimento de autoridades em diferentes gestões. Antes da reeleição, o então prefeito Diógenes Tolentino Oliveira teria prometido soluções, sem que houvesse qualquer avanço. Durante a campanha de Devaldo Soares de Souza, outra promessa de pavimentação também não foi cumprida.

Empresas como RX Metalúrgica, Tupy Premoldados, CDA Corte e Dobra de Aços, Grecco & Freitas e AMT Transportes e Logística Ltda são diretamente afetadas pela precariedade da via. O descaso compromete atividades, competitividade e segurança no local.

Até o momento, não há registro de obras ou respostas efetivas por parte do poder público.

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