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Michelle Bolsonaro é internada para investigar enxaquecas às vésperas de lançar candidatura ao Senado

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Michelle Bolsonaro é internada para investigar enxaquecas às vésperas de lançar candidatura ao Senado

Ex-primeira-dama publicou foto em uma cama de hospital e informou que realiza exames para investigar crises recorrentes de enxaqueca.

Por: Camaçari Notícias

Foto: Reprodução/Instagram

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi internada para realizar uma bateria de exames com o objetivo de investigar enxaquecas recorrentes. A informação foi compartilhada pela própria Michelle na noite deste sábado (1º), por meio das redes sociais, onde publicou uma foto deitada em uma cama de hospital e agradeceu o apoio recebido.

Na publicação, Michelle escreveu: "Obrigada pelas orações e por todo carinho."

A internação ocorre na véspera da convenção do Partido Liberal (PL), marcada para este domingo (2), em Brasília. Durante o evento, Michelle Bolsonaro e a deputada federal Bia Kicis devem oficializar suas candidaturas ao Senado Federal pelo Distrito Federal.

Moraes autorizou permanência da irmã de Michelle na residência de Bolsonaro

Também neste sábado (1º), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou, em caráter excepcional, a entrada e a permanência de Geovanna Kathleen Ferreira Lima, irmã de Michelle Bolsonaro, na residência onde o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária.

Segundo a decisão, a autorização foi concedida após solicitação da defesa, que informou que Michelle precisaria se ausentar para realizar exames médicos, com possibilidade de internação. O pedido destacou que Geovanna poderia prestar assistência tanto ao ex-presidente quanto à filha do casal durante esse período.

Na decisão, Moraes ressaltou que a autorização é temporária e terá validade apenas até o retorno de Michelle Bolsonaro à residência.

Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária por determinação do ministro Alexandre de Moraes desde março de 2026. A medida foi concedida após uma internação para tratamento de broncopneumonia. Inicialmente, a autorização tinha validade de 90 dias contados a partir da alta hospitalar, mas posteriormente foi mantida pelo ministro.

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