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Saúde
Por: Sites da Web
Ondas de baixa potência agem dentro das células.
O uso do laser está presente na medicina, na ciência, na indústria e até dentro das casas, em aparelhos de CD, DVD, Blu-Ray. Essas ondas de luz, capazes ler códigos de barras e até cortar metais, fazem parte da odontologia desde a década de 1960. O light amplification by stimulated emission of radiation, conhecido como radiação laser, é capaz de acelerar o metabolismo das células do corpo humano, trazendo diversos benefícios para os pacientes, como melhor recuperação após cirurgias e mais conforto durante procedimentos.
Segundo Ana Cecilia Corrêa Aranha (CROSP 72077), vice-coordenadora do Laboratório Especial de Laser em Odontologia da Universidade de São Paulo (USP), dois tipos de equipamentos laser são utilizados: os de alta potência e os de baixa potência.
Existem vários tipos de laser entre os de alta potência, que atuam pelo calor e podem fazer cortes nos tecidos moles, gengiva e parte interna da bochecha, e também no esmalte e na dentina dos dentes. Com comprimentos de onda diferentes, cada um deles têm funcionalidades específicas, como lasers cirúrgicos, lasers para diagnóstico de cárie e lasers para remoção de cáries. Quando os lasers cirúrgicos são utilizados em tecidos moles, não há sangramento, pois o sangue coagula na hora devido à alta absorção do laser pelas células sanguíneas. Segundo a professora, os lasers de alta potência também são bastante utilizados para fazer remoção de cáries e restaurações.
Já os lasers de baixa potência não agem pelo calor, mas gerando uma série de reações biológicas dentro das células. Os efeitos são analgésicos, anti-inflamatórios e biomoduladores das respostas celulares, acelerando a reparação dos tecidos. Seu uso costuma ser indicado em casos de paralisia facial, herpes labial, aftas e no alivio da dor de periodontite. O lasers de baixa potência são divididos em dois tipos: os vermelhos, que agem mais superficialmente nos tecidos, e os infra-vermelhos, que têm uma penetração maior.
A especialista frisa que o cirurgião dentista deve ter pelo menos 60 horas de curso para realizar esse tipo de procedimento, conforme normas do Conselho Federal de Odontologia, e que é necessário conhecer todos os protocolos de aplicações corretos, baseados em evidências científicas, para que os pacientes não sejam prejudicados.
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