Médico relata apatia e tontura em Bolsonaro após queda na cela, e equipe aguarda transferência hospitalar
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Saúde
Por: Pesquisa Web
O ator Edson Celulari, em foto publicada no Instagram nesta quarta-feira (13), na qual agradece aos fãs pelo apoio e se diz otimista no tratamento contra o câncer
O ator Edson Celulari, de 58 anos, publicou uma foto nesta quarta-feira (13) em seu perfil no Instagram para agradecer o apoio dos fãs e dizer que está confiante em seu tratamento contra o câncer. No dia 20 junho, ele havia revelado que tem um um linfoma não-Hodking, que afeta o sistema de defesa do organismo. "Otimista, em busca da vitória, dia a dia. Obrigado pelo carinho e torcida", escreveu Celulari na legenda da imagem. Cerca de 20 minutos após a publicação, a foto já tinha perto de 1,5 mil curtidas.
O linfoma não-Hodgkin
Há mais de 20 tipos de diferentes de linfomas não-Hodgkin, doença que já atingiu, por exemplo, personalidades com a presidente afastada Dilma Rousseff, o ator Reynaldo Gianecchini e o governador licenciado do Rio, Luiz Fernando Pezão. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lista os seguintes sintomas do linfoma não-Hodgkin: aumento dos linfonodos do pescoço, axilas e/ou virilha; sudorese noturna excessiva; febre; prurido (coceira na pele); e perda de peso inexplicada.
Na maioria dos casos, o tratamento é feito com quimioterapia, radioterapia ou ambos. De acordo com o Inca, o Brasil deve registrar 10.240 casos de linfoma não-Hodgkin em 2016, com incidência maior em homens do que em mulheres. Linfomas não têm, maioria das vezes, causa específica que contribua para seu surgimento, como é o caso, por exemplo, do câncer de pulmão, que tem no fumo um agente catalisador.
Linfoma Hodgkin x não-Hodgkin
Estima-se que os linfomas sejam a nona ou décima ocorrência de câncer no Brasil, variando de acordo com a região do país. Os linfomas são divididos em dois grandes subtipos: os Hodgkin e os não-Hodgkin, porque possuem células com características diferentes. Os não-Hodgkin são mais comuns, acometendo cerca de 80% dos pacientes. Os Hogdkin atingem apenas 20% do total de pessoas que têm linfoma e costuma ser mais frequente nos dois extremos da vida, principalmente pacientes jovens e os mais velhos.
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