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Eduardo Bolsonaro comenta prisão de Nicolás Maduro e defende classificação de facções como terroristas

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Eduardo Bolsonaro comenta prisão de Nicolás Maduro e defende classificação de facções como terroristas

Parlamentar afirma que ex-líder venezuelano é tratado pelos EUA como “traficante comum” e defende que o Brasil classifique CV e PCC como organizações terroristas

Por: Camaçari Notícias

Foto: Reprodução / X

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se pronunciou nesta segunda-feira (5) sobre a prisão do ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e reforçou a tese defendida pelo secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, a respeito de como o governo do presidente Donald Trump enxerga o líder venezuelano.

Segundo Eduardo Bolsonaro, Maduro é considerado pelas autoridades americanas como um “traficante comum”, e a operação que resultou em sua prisão se justifica pela classificação do Cartel de Los Soles como organização terrorista. Para ele, essa definição amplia os instrumentos jurídicos utilizados pelos Estados Unidos para levar o ex-ditador à Justiça norte-americana.

“É o que tenho dito. Os EUA consideram Maduro um traficante comum, mas agora que são considerados terroristas aumentam os mecanismos para levá-lo à justiça americana. Este é um dos principais motivos também para Lula não reconhecer CV e PCC como grupos terroristas, pois Lula teme o que eles podem delatar”, escreveu o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro em uma publicação nas redes sociais.

O ex-parlamentar também destacou a atuação de Marco Rubio no tema. De acordo com Eduardo Bolsonaro, o secretário de Estado dos EUA se dedica há décadas ao estudo do narcotráfico e do regime venezuelano. “Há décadas, o secretário Marco Rubio estuda este assunto, esperou mais de 15 anos pela oportunidade que está tendo agora como Secretário de Estado de Donald Trump e não vai desperdiçá-la”, afirmou.

Na mesma publicação, Eduardo Bolsonaro defendeu que o Brasil adote postura semelhante à dos Estados Unidos e classifique facções criminosas como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. Para ele, essa medida seria fundamental no combate ao narcoterrorismo.

“Com a eleição de Flávio Bolsonaro, o Brasil seguirá estes passos no combate ao narcoterrorismo e afastará de vez as chances do Brasil virar uma narcoditadura como a Venezuela de Maduro”, declarou.

As declarações foram feitas em meio ao debate internacional sobre segurança, tráfico de drogas e terrorismo, intensificado após a prisão de Nicolás Maduro e a mudança de postura do governo norte-americano em relação a grupos ligados ao narcotráfico na América Latina.

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