Hemoba de Camaçari realiza campanha de doação de sangue neste sábado (14)
Publicado em
Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies
Notícias
/
Política
/
Bahia sanciona lei que proíbe uso de dinheiro público em eventos com sexualização infantil
Política
A lei estabelece que o governo estadual não pode financiar ou apoiar atividades que exponham crianças à sexualização ou incentivem comportamentos de adultos.
Por: Camaçari Notícias
Foto: Getty Images
A Bahia passou a contar com uma lei que impede a utilização de recursos públicos estaduais para financiar eventos, campanhas ou atividades que promovam a adultização ou a sexualização de crianças. A norma nº 15.125/2026 foi promulgada pela presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputada Ivana Bastos, e está em vigor desde 29 de janeiro.
Com a nova legislação, o Estado fica proibido de conceder patrocínio, apoio institucional, cessão de espaços públicos ou qualquer tipo de repasse financeiro a iniciativas que envolvam crianças em contextos de conotação sexual, seja explícita ou implícita.
A vedação também integra atividades que estimulem a adultização infantil por meio de figurinos, coreografias, linguagem, roteiros ou outras formas de expressão consideradas inadequadas para a faixa etária.
O projeto foi apresentado pelo deputado Júnior Muniz e cria a Política Estadual de Prevenção e Combate à Adultização e à Sexualização Infantil. Segundo o parlamentar, a medida reforça a proteção integral prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Debate nacional
O tema ganhou repercussão em todo o país após o influenciador Felipe Bressanim Pereira publicar, em agosto do ano passado, um vídeo denunciando a exploração e a sexualização de menores na internet.
Na gravação, ele citou casos como o do cantor Hytalo Santos, atualmente preso. Segundo o influenciador, o artista reunia jovens em uma mansão para produzir vídeos que incentivavam comportamentos inadequados para a idade.
Dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania apontam que agosto daquele ano registrou 261 denúncias de violência sexual física e psicológica contra crianças e adolescentes no ambiente virtual, o maior número mensal do período. Desse total, 243 foram feitas após a divulgação do vídeo.
Siga o CN1 no Google Notícias e tenha acesso aos destaques do dia.
Publicado em
Publicado em
Publicado em
Publicado em
Política
13/03/2026 07:40
Política
12/03/2026 19:30
Política
12/03/2026 18:36
Política
12/03/2026 14:25