Comércio varejista da Bahia registra melhor desempenho da última década em 2025
Publicado em
Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies
Política
Empresário Daniel Vorcaro será ouvido na próxima segunda (23) sobre contratos de empréstimos consignados suspensos
Por: Camaçari Notícias
Foto: Rodrigo Koraicho
O depoimento do empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, foi antecipado para a próxima segunda-feira (23), às 16h, no Senado Federal. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (19) pelo presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), senador Carlos Viana (Podemos-MG).
A comissão pretende ouvir o banqueiro sobre contratos de empréstimos consignados do Banco Master que teriam sido suspensos pelo INSS por falta de comprovação da anuência dos aposentados.
Segundo Viana, o depoimento, inicialmente previsto para a próxima quinta-feira (26), foi remarcado para dar prioridade aos trabalhos da CPMI. O senador afirmou que a comissão seguirá com “firmeza, responsabilidade e celeridade, colocando a verdade acima de qualquer disputa política e a justiça acima de qualquer interesse circunstancial”.
No último dia 5, a CPMI ouviu o presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, que explicou a decisão da autarquia de não renovar o contrato do Banco Master para oferta de crédito consignado. Segundo ele, dos 324 mil contratos firmados com aposentados, 251 mil não apresentavam a documentação exigida.
“Verificando a quantidade de reclamação dos nossos segurados, entendemos por bem não renovar o acordo de cooperação técnica em 18 de setembro, muito antes de liquidação de Master”, declarou.
Waller acrescentou que solicitou ao banco a apresentação dos contratos que não haviam sido protocolados no sistema do INSS.
“Quando mostrou esses contratos, não tinha os elementos mínimos pra gente fazer o controle: não tinha o valor emprestado, taxa de juro, custo efetivo. E pior: a assinatura, que era uma assinatura eletrônica do nosso segurado, não era acompanhada do QR code, aquilo com que você consegue certificar que a assinatura era daquela pessoa.”
Siga o CN1 no Google Notícias e tenha acesso aos destaques do dia.
Publicado em
Publicado em
Publicado em
Publicado em
Política
06/03/2026 11:50
Política
06/03/2026 08:20
Política
05/03/2026 21:01
Política
05/03/2026 10:20