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Estelita Cristo leva para a política uma trajetória de três décadas dedicada ao cuidado

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Estelita Cristo leva para a política uma trajetória de três décadas dedicada ao cuidado

Professora, servidora pública e cuidadora dos pais, candidata do Avante transforma mais de três décadas de experiência com educação, família e projetos comunitários em uma proposta voltada a quem dedica a vida ao cuidado.

Por: Assessoria de imprensa do candidato

Foto: Assessoria

Há mais de 30 anos, muito antes de pensar em disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa, a trajetória de Estelita de Cristo sempre esteve ligada ao cuidado, nas salas de aula, nos projetos comunitários e, dentro de casa, com quem mais precisava dela. É dessa vida, não de um roteiro de campanha, que nasce a proposta que hoje ela leva ao pleito estadual pela Bahia, pelo Avante, sob o número 70771.

Uma vida inteira dentro da educação

Camaçarienses mais antigos conhecem Estelita de outro lugar, das salas de aula, dos projetos que ela mesma criou e tocou por anos a fio. Formada em Pedagogia ainda jovem, ela nunca parou de estudar. Foi se especializando, ano após ano, até iniciar o doutorado em Educação, uma trajetória que levou uma década para ser concluída. Nesse período, precisou adiar o doutorado para se dedicar aos cuidados com os pais, que dependiam dela.

Ao longo do caminho, escreveu livros voltados à infância, criou métodos próprios de alfabetização pensados para crianças pequenas e coordenou projetos que iam da estimulação precoce de bebês ao combate ao racismo dentro das escolas, passando por iniciativas de cultura e cidadania em Camaçari. Não são linhas de currículo isoladas. São décadas da mesma pessoa tentando, de formas diferentes, cuidar de quem estava por perto.

A parte da história que não está em nenhum diploma

Mas é uma outra experiência, não acadêmica, não profissional, que Estelita costuma apontar como a que mais moldou sua forma de enxergar a política pública. Foram 12 anos cuidando da própria mãe, que viveu acamada, e depois mais três anos ao lado do pai, também idoso, até o fim da vida dele. Quinze anos, ao todo, dividindo a rotina entre o trabalho, os estudos e o cuidado com dois familiares que dependiam dela. Até mesmo o doutorado precisou ser adiado para que pudesse estar ao lado dos pais.

Foi nesse período que ela deixou de lado parte da própria vida, planos, tempo livre e a própria saúde, para estar presente onde a família mais precisava. Uma escolha silenciosa, feita por milhares de pessoas na Bahia todos os dias, mas que raramente é reconhecida como trabalho e quase nunca é amparada pelas políticas públicas.

De uma experiência pessoal a uma proposta de mandato

É esse cruzamento, a professora que passou a vida cuidando de crianças e a filha que passou quinze anos cuidando dos pais, que sustenta o que hoje é o centro da candidatura de Estelita, a ideia de que quem cuida também precisa ser cuidado. A proposta é simples de enunciar e difícil de ignorar, criar redes de apoio reais para cuidadores familiares e garantir que o poder público reconheça o cuidado como um direito, e não como uma responsabilidade que familiares e cuidadores precisam assumir sozinhos.

Nascida em um povoado de Serrinha e radicada em Camaçari, cidade onde construiu sua trajetória e se tornou uma voz atuante, Estelita Cristo chega à disputa estadual não com uma promessa nova, mas com uma vida inteira de prática, agora transformada em proposta de mandato. Servidora da Prefeitura de Camaçari desde 1992, sua relação com a cidade e com a gestão pública atravessa mais de três décadas, e hoje ela concorre a deputada estadual pela Bahia com o número 70771.

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