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Dólar cai ao menor nível desde maio de 2024 e Ibovespa fecha em alta com impacto do mercado chinês
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Recuo da moeda norte-americana e avanço da bolsa brasileira refletem a redução de investimentos da China em títulos dos EUA e as incertezas sobre a política monetária norte-americana
Por: Camaçari Notícias
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil / Arquivo
O dólar encerrou a sessão desta segunda-feira (9) no menor valor registrado desde maio de 2024, cotado a R$ 5,18. A queda da moeda norte-americana foi influenciada por movimentações no mercado internacional, especialmente após a divulgação de que reguladores chineses recomendaram aos bancos do país a redução de investimentos em títulos do Tesouro dos Estados Unidos, conhecidos como Treasuries.
A decisão da China reforçou a percepção de que investidores globais estão diminuindo a exposição a ativos norte-americanos e buscando alternativas em economias emergentes, como o Brasil. Esse movimento contribuiu para o bom desempenho do mercado financeiro brasileiro.
A Bolsa de Valores do Brasil acompanhou o cenário positivo. O Ibovespa, principal índice da B3, subiu 1,87% e fechou o dia aos 186.378 pontos. O avanço reflete a entrada de capital estrangeiro e o aumento do apetite ao risco por parte dos investidores, diante da perspectiva de mudanças no fluxo internacional de recursos.
De acordo com informações da Bloomberg News, a reavaliação dos investimentos em títulos dos Estados Unidos ocorre em meio a incertezas sobre a política monetária e o ritmo de crescimento da maior economia do mundo.
Nos Estados Unidos, o assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, afirmou que o crescimento do emprego pode ser menor nos próximos meses. Segundo ele, o Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano, precisa adotar uma postura mais cautelosa em relação à redução das taxas de juros, diante do cenário econômico ainda instável.
O conjunto de fatores internacionais influenciou diretamente o mercado brasileiro, favorecendo a valorização do real frente ao dólar e impulsionando a alta da bolsa. Analistas avaliam que, se o movimento de migração de investimentos para mercados emergentes se mantiver, o Brasil pode continuar se beneficiando no curto prazo.
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