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Receita Federal intensifica cruzamento de dados e exige atenção na declaração do IR 2026
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Prazo para envio termina em 31 de maio e erros podem levar contribuintes à malha fina, alerta Conselho Regional de Contabilidade da Bahia
Por: Camaçari Notícias
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
A declaração do Imposto de Renda 2026 exige atenção redobrada dos contribuintes para evitar problemas com a Receita Federal do Brasil. O órgão utiliza sistemas cada vez mais modernos para cruzar automaticamente as informações declaradas com dados fornecidos por empresas, bancos e prestadores de serviço, identificando divergências em tempo real. O prazo para o envio da declaração vai até o dia 31 de maio de 2026.
Diante desse cenário, o Conselho Regional de Contabilidade da Bahia (CRCBA) orienta que os contribuintes realizem um planejamento prévio e organizem toda a documentação antes de prestar contas ao Fisco. Segundo a entidade, dados que antes passavam despercebidos agora são detectados com mais rapidez, aumentando o risco de retenção da declaração na malha fina.
“O nível de detalhamento e cruzamento das informações é cada vez maior. Declarar com atenção e responsabilidade evita transtornos, multas e bloqueios futuros. A prevenção ainda é a melhor estratégia para manter a regularidade fiscal”, afirmou o presidente do CRCBA, Altino Alves, em declaração ao jornal Correio.
Os números do ano passado reforçam o alerta. Em 2025, cerca de 8,7% das mais de 45 milhões de declarações entregues à Receita Federal apresentaram inconsistências e caíram na malha fina. Entre os principais problemas registrados estão despesas médicas sem comprovação, que representaram 32,6% dos casos, omissão de rendimentos, com 30,8%, e outras deduções incorretas, que somaram 16%. Divergências relacionadas ao Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) corresponderam a 15,1%.
Também são comuns erros como deixar de declarar rendimentos de aluguéis ou informar valores diferentes daqueles constantes nos informes fornecidos por empregadores, bancos e instituições financeiras.
Quem não regularizar a situação pode ser penalizado com multa de 1% ao mês sobre o imposto devido, limitada a 20%, além de juros calculados com base na taxa Selic. Em situações mais graves, a restituição pode ser retida e o CPF permanecer irregular até que as pendências sejam resolvidas.
A orientação dos especialistas é que o contribuinte confira todos os dados antes do envio da declaração, guarde os comprovantes por pelo menos cinco anos e, se necessário, busque apoio de um contador para evitar erros que possam gerar prejuízos financeiros e transtornos junto à Receita Federal.
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