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Petrobras descarta risco de desabastecimento de petróleo no Brasil após tensão no Oriente Médio
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Estatal afirma que possui rotas alternativas de importação e garante segurança nas operações, mesmo com a alta do preço do barril no mercado internacional
Por: Camaçari Notícias
Foto: Agência Petrobras
A Petrobras informou, nesta terça-feira (3), que não há risco de desabastecimento de petróleo no Brasil, mesmo diante da escalada dos conflitos no Oriente Médio. De acordo com a estatal, as operações seguem ocorrendo de forma segura e a maior parte das rotas de importação utilizadas pela companhia está fora das áreas diretamente afetadas pela crise.
Em nota, a empresa destacou que possui alternativas logísticas capazes de garantir tanto a segurança quanto a competitividade dos custos operacionais. “A Petrobras possui rotas alternativas à região do conflito, o que dá segurança e custos competitivos para as operações da companhia, preservando as margens. Os fluxos de importação da Petrobras são majoritariamente fora da região de crise e as poucas rotas que existem podem ser redirecionadas”, afirmou a estatal.
A companhia também reforçou que, até o momento, não há risco de interrupção nas atividades de importação e exportação de petróleo e derivados.
Apesar da avaliação da Petrobras, o cenário internacional segue pressionando o mercado. O preço do petróleo registrou forte alta nos últimos dias, chegando a subir até 13%, com o barril do tipo Brent ultrapassando a marca de US$ 85. A valorização amplia a pressão sobre os preços internos dos combustíveis, já que o Brasil ainda depende da importação de parte do que consome e acompanha as cotações globais.
A tensão no Oriente Médio se intensificou no último fim de semana, após um ataque conjunto de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã, que resultou na morte do líder do país. Nesta terça-feira, um novo bombardeio atingiu a sede de conselheiros iranianos responsáveis por definir a sucessão no comando da nação, agravando ainda mais o clima de instabilidade na região.
O conflito gera incertezas no mercado internacional de energia, uma vez que o Oriente Médio é responsável por parcela significativa da produção e do transporte global de petróleo. Mesmo diante desse cenário, a Petrobras sustenta que o abastecimento nacional está assegurado e que monitora continuamente os desdobramentos da crise.
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