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Preço do diesel nas refinarias dispara 40% em março com guerra no Irã; governo corre para conter repasses
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Alta reflete tensão no Oriente Médio e impacta postos em 20%; ANP define nesta sexta-feira (26) regras de subvenção para tentar frear a inflação dos combustíveis
Por: Camaçari Notícias
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo
O mercado de combustíveis no Brasil enfrenta uma quinzena de forte instabilidade. O preço do diesel vendido por refinarias e importadores às distribuidoras saltou 40% na primeira metade de março, impulsionado pela escalada das cotações internacionais após o início dos conflitos envolvendo o Irã, os Estados Unidos e Israel.
Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), o produto saltou de R$ 3,85 para R$ 5,36 por litro na semana do dia 15. A alta é resultado de um efeito cascata que inclui o reajuste de 11% nas refinarias da Petrobras, importações privadas mais onerosas e aumentos na Refinaria de Mataripe, controlada pelo fundo Mubadala.
Impacto nas bombas e ofensiva do Governo
Nos postos de abastecimento, o consumidor já sente o reflexo: o combustível ficou 20% mais caro até a última semana. Vale lembrar que o diesel puro representa cerca de metade do preço final; o restante é composto por biodiesel, impostos e margens de distribuição.
Diante do risco inflacionário e de possíveis efeitos nas eleições de outubro, o governo Luiz Inácio Lula da Silva iniciou uma ofensiva contra donos de postos e distribuidoras. A ação envolve o Ministério da Justiça, o Procon e a própria ANP para monitorar repasses abusivos.
O impasse da subvenção
A principal aposta do governo para estabilizar os preços é a subvenção do diesel, mas a medida trava na burocracia. A ANP deve debater a regulamentação do ressarcimento a produtores e importadores em reunião de diretoria nesta sexta-feira (26).
Abastecimento sob controle
Apesar da crise, o risco de desabastecimento em abril diminuiu. Após a ANP emitir uma nota técnica sobre "situação excepcional de risco", as projeções de importação melhoraram. "A situação está longe de ser desesperadora", afirmou Sérgio Araújo, presidente da Abicom.
Para garantir o suprimento no curto prazo, a ANP flexibilizou estoques mínimos. Em complemento, a Petrobras confirmou nesta quinta (26) que oferecerá volumes extras de diesel às distribuidoras como cotas contratuais, substituindo leilões que haviam sido suspensos anteriormente.
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