Jerônimo Rodrigues mobiliza força-tarefa e lamenta tragédia com sete mortos na BA-148
Publicado em
Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies
Economia
Valor do GLP importado sobe até 60% após conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã
Por: Camaçari Notícias
Foto: Reprodução/GOVBR
O preço do GLP (gás liquefeito de petróleo), conhecido como gás de cozinha, registrou forte alta no mercado internacional desde o início do conflito envolvendo Estados Unidos e Israel contra o Irã, no Oriente Médio. Importadores brasileiros relatam que o custo do produto subiu cerca de 60% em comparação à semana anterior ao início da guerra.
Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) indicam que, na terceira semana de fevereiro, a paridade de importação pelo porto de Santos — principal ponto de entrada do produto no país — era de R$ 32,21 por botijão. Já na última semana, o valor saltou para aproximadamente R$ 51,40.
O impacto é ainda mais significativo devido à dependência externa: cerca de 20% do consumo de gás de cozinha no Brasil é abastecido por importações, o que amplia os efeitos da valorização internacional sobre o mercado interno.
Diante do cenário, o Ministério de Minas e Energia (MME) avalia a possibilidade de implementar uma subvenção temporária para o GLP, segundo informações de fontes ligadas ao tema. Outras medidas também estão em análise para conter o avanço dos preços de derivados de petróleo.
Em nota, o MME informou que o pacote de ações busca responder à recente escalada dos preços internacionais do petróleo, impulsionada pela instabilidade geopolítica no Oriente Médio e pela volatilidade dos mercados globais de energia. As iniciativas terão caráter temporário, excepcional e anticíclico, com o objetivo de mitigar os impactos do choque externo.
“O objetivo é reduzir pressões sobre os preços de combustíveis, transporte e cadeias produtivas, preservar o funcionamento da economia e garantir a estabilidade do abastecimento doméstico, assegurando acesso aos energéticos sem comprometer a segurança e a justiça energéticas para a população”, destacou o ministério.
Siga o CN1 no Google Notícias e tenha acesso aos destaques do dia.
Publicado em
Publicado em
Publicado em
Publicado em
Economia
20/04/2026 10:40
Economia
19/04/2026 08:30
Economia
18/04/2026 08:40
Economia
17/04/2026 12:40