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Economia
Alta histórica do combustível é reflexo dos conflitos no Oriente Médio; companhias preveem repasse imediato aos bilhetes, enquanto o Governo Federal estuda pacote de socorro ao setor
Por: Camaçari Notícias
Foto: ABEAR/Reprodução
O custo de voar no Brasil sofrerá um forte impacto nas próximas semanas. A Petrobras anunciou um reajuste de 55% no preço do querosene de aviação (QAV) vendido nos aeroportos do país. O aumento mensal é um dos maiores já registrados e supera todos os percentuais aplicados anteriormente neste ano, gerando um efeito cascata no setor aéreo.
Com o combustível representando cerca de 30% dos custos operacionais das empresas, o repasse para as passagens é inevitável. Segundo estimativas das companhias, a cada aumento de US$ 1 por galão, o preço dos bilhetes pode subir em torno de 10%.
A variação de preços ocorre por aeroporto e é atualizada mensalmente via contrato. No Terminal Internacional de Guarulhos (SP), o maior do país, o valor do metro cúbico (m³) do QAV saltou de R$ 3.631,40 para R$ 5.615,50.
De acordo com Manuel Irarrazaval, diretor financeiro da Abra (controladora da Gol e da Avianca), a disparada é uma consequência direta da valorização global da commodity devido à escalada da guerra envolvendo os Estados Unidos, Israel e o Irã, que desestabilizou o mercado de energia.
Diante do risco de uma crise generalizada no setor e da redução do fluxo de passageiros, o Governo Federal avalia um pacote de medidas para amenizar os impactos. Entre as propostas em análise estão:
Até o momento, o Ministério dos Portos e Aeroportos não se manifestou oficialmente sobre o cronograma dessas ações.
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