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Governo define calendário do PIS/Pasep 2026 com pagamentos até agosto; veja detalhes
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Abono salarial pode chegar a um salário mínimo e terá mudanças progressivas nas regras até 2035.
Por: Camaçari Notícias
Foto: Getty Images/iStockphoto
O calendário do abono salarial do PIS/Pasep 2026 já está definido, com pagamentos liberados em lotes entre fevereiro e agosto e prazo final para saque em 30 de dezembro. As datas foram aprovadas pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) e seguem o mês de nascimento do trabalhador.
O benefício contempla tanto empregados da iniciativa privada quanto servidores públicos, com diferença apenas na instituição responsável pelo pagamento. A Caixa Econômica Federal realiza os depósitos do PIS, enquanto o Pasep é pago pelo Banco do Brasil.
A consulta ao benefício está disponível desde fevereiro e pode ser feita por meio da Carteira de Trabalho Digital, do Portal Emprega Brasil ou pelo telefone 158. Nessas plataformas, o trabalhador consegue verificar se tem direito ao abono, o valor a receber e o banco responsável pelo pagamento.
Calendário do PIS/Pasep 2026
Os pagamentos seguem um cronograma escalonado conforme o mês de nascimento:
Nascidos em janeiro: a partir de 15 de fevereiro
Nascidos em fevereiro: a partir de 15 de março
Nascidos em março e abril: a partir de 15 de abril
Nascidos em maio e junho: a partir de 15 de maio
Nascidos em julho e agosto: a partir de 15 de junho
Nascidos em setembro e outubro: a partir de 15 de julho
Nascidos em novembro e dezembro: a partir de 15 de agosto
O saque pode ser realizado até 30 de dezembro de 2026.
Quem tem direito ao abono
Para receber o benefício em 2026, é necessário ter trabalhado com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2024, com remuneração média de até dois salários mínimos. Também é exigido estar inscrito no PIS/Pasep há, no mínimo, cinco anos.
O valor do abono é proporcional ao tempo de trabalho no ano-base e pode chegar ao equivalente a um salário mínimo.
Mudanças nas regras
A partir de 2026, o teto de renda para acesso ao abono passará a ser corrigido pela inflação. A medida faz parte de uma regra de transição aprovada pelo Congresso Nacional, que prevê a redução gradual do público beneficiado.
Segundo a nova regra, até 2035 o benefício será restrito a trabalhadores que recebem até 1,5 salário mínimo, diminuindo progressivamente o número de contemplados ao longo dos anos.
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