MPT abre investigação sobre morte de jovem esmagado por prensa em fábrica na Bahia
Publicado em
Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies
Economia
Varejista encerrou atividades de unidades em shoppings e lojas de rua; movimento faz parte de uma nova rodada de cortes da companhia
Por: Camaçari Notícias
Foto: Reprodução/redes sociais
A reestruturação das Casas Bahia chegou a Salvador e à Região Metropolitana. Nesta sexta-feira (14), a varejista encerrou, as atividades de diversas unidades na capital baiana, incluindo lojas instaladas em alguns dos principais shoppings da cidade.
Foram fechadas as unidades do Salvador Shopping, Shopping da Bahia, Shopping Paralela, Shopping Barra, Shopping Piedade, Salvador Norte Shopping e Shopping Bela Vista. Também deixaram de funcionar lojas de rua localizadas na Baixa dos Sapateiros, Avenida Sete de Setembro, Manoel Dias e Cabula.
Na Região Metropolitana de Salvador, as unidades da Estrada do Coco e do Parque Shopping Bahia, em Lauro de Freitas, também foram fechadas. Outras cidades baianas, como Itabuna e Barreiras, perderam lojas da rede.
Segundo apuração do Valor Econômico, a Casas Bahia fechou 298 unidades e demitiu aproximadamente 1,9 mil funcionários entre quinta-feira (13) e sexta-feira (14). O número representa cerca de 28,7% da rede da companhia. A redução do quadro de funcionários, no entanto, pode chegar a aproximadamente 3 mil trabalhadores.
A nova rodada de cortes ocorre em meio a dificuldades financeiras enfrentadas pela empresa. No primeiro trimestre de 2026, a Casas Bahia registrou prejuízo próximo de R$ 1,1 bilhão, mais que o dobro do resultado negativo registrado no mesmo período de 2025.
Ao mesmo tempo em que reduz a presença física, a companhia busca ampliar sua atuação no comércio digital. Entre janeiro e março, as vendas de produtos próprios pelos canais digitais cresceram 26%. Nas lojas físicas, entretanto, houve retração de 1,8% nas vendas.
Apesar dos cortes, a receita bruta consolidada da empresa avançou 6,4% no primeiro trimestre, alcançando R$ 8,8 bilhões. A margem bruta ficou em 30,3%.
A companhia também vem adotando medidas para reforçar o caixa, entre elas a ampliação dos prazos de pagamento a fornecedores e alterações nas condições de repasse aos lojistas que comercializam produtos por meio da plataforma de marketplace. Com informações do BNews.
Siga o CN1 no Google Notícias e tenha acesso aos destaques do dia.
Publicado em
Publicado em
Publicado em
Publicado em
Economia
04/09/2026 13:30
Economia
04/09/2026 06:55
Economia
04/09/2026 06:40
Economia
03/09/2026 19:00