Escolas de Camaçari ajustam detalhes nos bastidores para os Desfiles Cívicos de Setembro
Publicado em
Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies
Economia
Resultado cresceu 5,9% em um ano, impulsionado pela expansão do crédito; inadimplência e provisões para perdas também aumentaram
Por: Camaçari Notícias
Foto: Camaçari Notícias
A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido recorrente de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 5,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com os primeiros três meses deste ano, o crescimento foi de 12,4%.
Apesar do resultado positivo entre abril e junho, o lucro recorrente acumulado no primeiro semestre chegou a R$ 7,4 bilhões, uma queda de 17,6% em relação aos seis primeiros meses de 2025.
O balanço, divulgado nesta quarta-feira (26), mostra uma forte expansão da carteira de crédito, principalmente no financiamento imobiliário. Ao mesmo tempo, o banco registrou aumento da inadimplência e ampliou as provisões destinadas a cobrir possíveis perdas.
A margem financeira da Caixa, que reúne os ganhos obtidos nas operações relacionadas a juros, alcançou R$ 19,7 bilhões no segundo trimestre, crescimento de 20,2% em 12 meses.
A carteira de crédito total da Caixa chegou a R$ 1,448 trilhão em junho, alta de 11,9% em 12 meses e de 2,7% em relação ao trimestre anterior.
O crédito imobiliário permanece como principal segmento de atuação do banco, representando 69,4% da carteira total. O saldo chegou a R$ 1,005 trilhão, crescimento de 15% em um ano.
Entre abril e junho, as contratações de financiamentos imobiliários somaram R$ 137,6 bilhões, avanço de 29,3% em relação ao mesmo período de 2025. A Caixa manteve a liderança no mercado habitacional, com participação de aproximadamente 68%.
Outras modalidades também apresentaram crescimento:
O crescimento da carteira de crédito veio acompanhado de uma elevação da inadimplência. O índice de operações com atraso superior a 90 dias chegou a 3,64%, contra 2,66% registrado um ano antes.
O agronegócio apresentou o maior nível de inadimplência, que passou de 7,02% no segundo trimestre de 2025 para 20,74% no mesmo período deste ano.
Nas demais modalidades, os índices ficaram em:
O crédito imobiliário, que concentra a maior parcela da carteira da Caixa, apresentou índice de inadimplência significativamente inferior ao de outras modalidades.
Com o aumento do risco de crédito, a Caixa também elevou os recursos destinados à cobertura de possíveis perdas. As despesas com provisões para perdas de crédito chegaram a R$ 6,97 bilhões no segundo trimestre.
O valor representa alta de 97,6% em relação ao mesmo período de 2025 e crescimento de 6,9% na comparação com os três primeiros meses de 2026.
Segundo o banco, a concentração da carteira em financiamentos imobiliários e operações com garantias contribui para reduzir as perdas esperadas e proporcionar maior estabilidade às operações de crédito.
Apesar do crescimento do lucro no segundo trimestre, a rentabilidade da Caixa apresentou queda. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) ficou em 9,16%, recuo de 2,7 pontos percentuais em relação a junho de 2025.
A receita com prestação de serviços somou R$ 7,54 bilhões no trimestre, alta de 12,9% em 12 meses. Já as despesas administrativas chegaram a R$ 11,44 bilhões, crescimento anual de 5,9%.
Siga o CN1 no Google Notícias e tenha acesso aos destaques do dia.
Publicado em
Publicado em
Publicado em
Publicado em
Economia
04/09/2026 13:30
Economia
04/09/2026 06:55
Economia
04/09/2026 06:40
Economia
03/09/2026 19:00