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Operação Gatonet: Coelba retira recorde de 298 toneladas de cabos na Bahia

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Operação Gatonet: Coelba retira recorde de 298 toneladas de cabos na Bahia

Operação Gatonet registra recorde no primeiro trimestre com remoção de fiação e 13,5 mil caixas de internet

Por: Camaçari Notícias

Foto: Freepik

A Neoenergia Coelba removeu 298 toneladas de cabos irregulares de telefonia e internet em todo o estado da Bahia durante o primeiro trimestre de 2026. O volume, recorde histórico para o período, é 5% superior ao registrado no ano anterior. A iniciativa integra a Operação Gatonet, que foca na segurança da rede elétrica e na prevenção de incêndios causados por fiações clandestinas ou mal instaladas por operadoras de telecomunicações.

Além da fiação excessiva, a distribuidora retirou 13,5 mil caixas irregulares das redes, componentes identificados como focos recorrentes de curtos-circuitos e chamas em postes. De acordo com normas da Aneel e da Anatel, a manutenção e a regularização dos cabos são deveres das empresas detentoras da infraestrutura de dados. No entanto, a Coelba afirma atuar preventivamente diante da omissão de diversas operadoras.

Cidades como Salvador, Lauro de Freitas, Juazeiro e Barreiras lideram o ranking de remoções. A distribuidora intensificou as notificações às empresas do setor e implementou uma nova ferramenta de consulta para a população. "A manutenção dos cabos é responsabilidade das operadoras. Atuamos de forma preventiva para reduzir riscos à população." — Neoenergia Coelba, Nota Institucional

Para coibir o avanço de instalações precárias, a Neoenergia Coelba lançou uma plataforma digital que permite ao consumidor verificar se o seu provedor de internet está devidamente regularizado junto à concessionária antes de fechar contrato. A medida visa proteger o cliente de interrupções de serviço, já que cabos não identificados ou instalados à revelia das normas técnicas estão sujeitos ao corte e remoção imediata durante as fiscalizações.

A companhia reitera que o uso irregular dos postes sobrecarrega a infraestrutura e coloca em risco o fornecimento de energia elétrica. As operações devem continuar de forma intensiva ao longo de todo o ano de 2026 para garantir o ordenamento do sistema aéreo baiano.

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