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Promotora do Amazonas que morreu afogada em Praia do Forte estava na Bahia a trabalho

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Promotora do Amazonas que morreu afogada em Praia do Forte estava na Bahia a trabalho

Marlinda, de 58 anos, participava de um congresso nacional voltado à atuação de mulheres no Ministério Público quando morreu durante um afogamento no litoral norte baiano.

Por: Camaçari Notícias

Foto: Divulgação

A promotora de Justiça do Amazonas Marlinda Maria Dutra de Oliveira, de 58 anos, que morreu afogada na quarta-feira (19), em Praia do Forte, no litoral norte da Bahia, estava no estado para participar de um compromisso profissional.

Marlinda estava em Salvador para participar da 3ª edição do Conamp Mulher, congresso nacional promovido pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp). O evento começou na quarta-feira (19), no Trapiche Barnabé, no bairro do Comércio, e tem programação prevista até sexta-feira (21).

O congresso reúne integrantes do Ministério Público para discutir a participação, a atuação e o fortalecimento das mulheres na instituição. A promotora, que atuava no Ministério Público do Amazonas (MP-AM), aproveitou a estadia na Bahia para ir a Praia do Forte, onde ocorreu o afogamento.

Promotora morreu durante afogamento

De acordo com as informações iniciais sobre o caso, Marlinda entrou no mar em uma área de Praia do Forte onde há presença de corais e o mar costuma apresentar maior agitação. Durante a ocorrência, outra mulher também se afogou, mas foi resgatada com vida.

Equipes do Corpo de Bombeiros realizaram os primeiros atendimentos ainda na faixa de areia. Marlinda chegou a receber socorro, mas não resistiu.

A segunda vítima foi encaminhada de helicóptero pelo Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer) para o Hospital do Subúrbio, em Salvador.

O afogamento aconteceu no distrito de Praia do Forte, em Mata de São João, na Região Metropolitana de Salvador. As circunstâncias exatas da ocorrência ainda são apuradas.

MP-AM lamenta morte

O Ministério Público do Amazonas publicou uma nota de pesar pela morte da promotora e ressaltou a trajetória profissional de Marlinda, que atuou na defesa da sociedade e no fortalecimento da instituição tanto na capital quanto no interior do estado.

O órgão também destacou a dedicação da promotora ao trabalho e os vínculos construídos ao longo de sua carreira no Ministério Público. Marlinda era mãe, filha, esposa e amiga, além de integrante da instituição.

A morte ocorreu justamente durante a passagem da promotora pela Bahia para participar de uma atividade nacional ligada à atuação de mulheres no Ministério Público.

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