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Bahia
Mudança determinada pela Aneel substitui o antigo Código do Cliente pelo Número da Unidade Consumidora; bandeira amarela também permanece em vigor neste mês
Por: Camaçari Notícias
Foto: Divulgação/Neoenergia Coelba
Os consumidores de energia elétrica da Bahia passam a contar, a partir deste mês, com um novo número de identificação nas contas de luz. A mudança segue uma padronização nacional determinada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e substitui o antigo “Código do Cliente” pelo Número da Unidade Consumidora, formado por 15 dígitos.
A alteração será realizada automaticamente pela Neoenergia Coelba e não exige nenhuma providência por parte dos consumidores. Durante um período de 12 meses, os dois códigos poderão ser utilizados. Após esse prazo, somente o novo Número da Unidade Consumidora será aceito.
De acordo com a nova regra, serviços, pagamentos e atendimentos da distribuidora continuarão funcionando normalmente durante a transição.
A padronização tem como objetivo uniformizar a identificação das unidades consumidoras em todo o país. Segundo a Aneel, a medida deve facilitar a localização de contratos nos canais de atendimento, reduzir erros e divergências de informações, evitar a duplicidade de números e simplificar o acesso ao histórico e às solicitações relacionadas a cada instalação.
A regra também se aplica a unidades consumidoras que estejam com o fornecimento de energia suspenso ou desligado.
Bandeira amarela permanece em setembro
Além da mudança no número de identificação, os consumidores baianos continuam sujeitos à bandeira tarifária amarela durante o mês de setembro. O sistema indica que as condições de geração de energia estão mais caras, resultando em uma cobrança adicional na conta.
Neste mês, o acréscimo é de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. O impacto na fatura varia de acordo com o consumo de cada residência ou estabelecimento. Dessa forma, quanto maior o gasto de energia, maior será o valor adicional pago.
Para reduzir o custo da conta, a Aneel recomenda evitar o uso desnecessário de aparelhos elétricos e priorizar a iluminação natural sempre que possível. A redução do consumo pode ajudar a compensar parte do valor adicional provocado pela bandeira amarela.
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