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Idosa tem celular furtado ao deixar aparelho em caixa para passar por porta de banco

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Idosa tem celular furtado ao deixar aparelho em caixa para passar por porta de banco

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Por: G1

Idosa teve celular furtado enquanto entrava em banco — Foto: Reprodução/TV Subaé

Uma idosa teve o celular furtado após deixar o aparelho em uma caixa, antes de passar pela porta giratória de um banco da cidade de Feira de Santana, a 100 km de Salvador.

A aposentada Cleonice Ribeiro contou que foi até uma agência da Caixa Econômica Federal, na última sexta-feira (21), para retirar o saldo do Programa de Integração Social (PIS). Ao entrar no banco, ela deixou o celular e as chaves dentro da caixa específica para armazenar objetivos metálicos. Depois de passar pela porta giratória, a idosa notou que as chaves estavam lá, mas o aparelho tinha sumido.

"O vigilante fez pouco caso de mim, disse para mim que foi um menino que pegou. Ele viu o menino pegar e não fez nada. Ele viu também quando eu coloquei [celular] junto com a chave. Não demorou nem cinco minutos", relatou Cleonice.

A aposentada disse que, logo após a ação, procurou a direção da agência para solicitar imagens da câmera de segurança, mas teve o pedido negado pelo gerente. Segundo Cleonice, ela registrou um boletim de ocorrência e vai entrar com uma ação na justiça para obrigar o banco a pagar o celular dela.

"Pedi as imagens e eles não deram. Vim prestar uma queixa contra o banco. Eles têm que se responsabilizar e me dar outro celular novo", contou a idosa.

De acordo com o advogado, Argemiro Nascimento, especialista em Defesa do Consumidor, os bancos são obrigados a fornecer segurança à todas as pessoas, clientes ou não, que estiverem no interior das agências em horários de funcionamento ao público. Em caso de roubos e furtos, a instituição financeira será obrigada a indenizar a vítima pelos prejuízos.

"A partir do momento que o banco se responsabiliza em guardar um objeto para adentrar na porta giratória, ele se torna responsável, mesmo que o lapso de tempo seja muito curto. Então ele responde pela perda, extravio ou furto desses bens, que são guardados em depósitos para entrar na agencia. Tem que ressarcir", explicou o advogado.

A reportagem tentou entrar em contato com a Caixa Econômica Federal para saber do posicionamento da empresa, mas ainda não obteve retorno.

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