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Operação contra facção ligada ao Comando Vermelho prende quatro suspeitos e apreende arsenal no Rio

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Operação contra facção ligada ao Comando Vermelho prende quatro suspeitos e apreende arsenal no Rio

Ação da Polícia Civil apreendeu fuzil, granadas, munições e coletes balísticos, além de revelar esquema de lavagem de dinheiro com ramificações fora da capital fluminense.

Por: Camaçari Notícias

Foto: Ilustrativa

Uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro para reprimir crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro praticados por uma facção ligada ao Comando Vermelho (CV) resultou na prisão de pelo menos quatro suspeitos e na apreensão de um grande volume de materiais ilícitos. A ação foi deflagrada nesta quarta-feira (14), em diferentes pontos do estado.

Durante o cumprimento dos mandados, os agentes localizaram um fuzil, granadas, grande quantidade de munições e coletes balísticos dentro de um veículo que estava em um dos endereços alvos da operação. As equipes também estiveram em um ferro-velho, onde foram encontrados materiais metálicos considerados suspeitos e que podem ter ligação com o esquema criminoso investigado.

Em nota enviada à imprensa, a Polícia Civil informou que as investigações revelaram a atuação de uma organização criminosa estruturada e articulada, vinculada ao Comando Vermelho, com forte presença no Complexo do Chapadão, na Zona Norte da capital fluminense. O grupo é investigado por envolvimento com o tráfico de drogas, receptação de cargas, veículos e outros bens ilícitos, além do uso de mecanismos sofisticados de lavagem de dinheiro.

Ainda segundo a corporação, as diligências apontaram que a logística da organização criminosa extrapola os limites da cidade do Rio de Janeiro. Endereços no município de Teresópolis, na Região Serrana, estariam sendo utilizados para armazenamento e ocultação de bens, além de servirem como apoio logístico e possíveis pontos de movimentação financeira.

De acordo com a Polícia Civil, o Complexo do Chapadão é considerado o núcleo operacional das atividades ilegais, enquanto outros municípios funcionariam como extensão da engrenagem criminosa. “A investigação demonstrou que organizações dessa natureza não se sustentam apenas pela atuação armada, mas principalmente pelo fluxo financeiro contínuo, alimentado por interpostas pessoas, transações suspeitas e artifícios destinados a mascarar a origem dos valores”, destacou a instituição.

As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos e aprofundar o rastreamento do esquema financeiro utilizado pela facção.

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