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Após quase 24 anos, empresário condenado por matar a esposa é preso em Praia do Forte
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Prisão aconteceu no último sábado (17), em Praia do Forte.
Por: Camaçari Notícias
Foto: PC/Divulgação/Arquivo Pessoal
Nahas foi condenado em 2002 pelo crime, que aconteceu no bairro Higienópolis, área nobre de São Paulo.
O empresário paulista Sérgio Nahas, de 61 anos, foi preso no sábado (17) em Praia do Forte, quase 24 anos após assassinar a esposa, Fernanda Orfali, em São Paulo. O local da prisão é o mesmo destino turístico onde o casal passou a lua de mel antes do crime.
Nahas havia sido condenado a oito anos e dois meses de prisão em regime fechado pelo assassinato. O mandado foi expedido em 25 de junho de 2025, e o empresário passou a constar na Difusão Vermelha da Interpol, destinada à localização de foragidos internacionais.
Ele foi identificado por câmeras de reconhecimento facial e estava hospedado em um condomínio de luxo no litoral baiano. A Polícia Militar apreendeu com ele 17 pinos de cocaína, três celulares, um carro modelo Audi, cartões de crédito e medicamentos de uso contínuo.
O crime
Em 2002, Fernanda, então com 28 anos, foi morta no apartamento do casal. Segundo o Ministério Público, Nahas atirou na esposa após ela descobrir traições e o uso de drogas, temendo ainda a divisão dos bens em caso de divórcio. Fernanda teria se trancado no closet, mas Nahas arrombou a porta e disparou duas vezes: um tiro atingiu a vítima e outro saiu pela janela.
Fernanda fazia tratamento contra depressão, e a defesa de Nahas alegou que diários da vítima indicavam desejo de suicídio. O laudo da Polícia Técnico-Científica, porém, não encontrou vestígios de pólvora nas mãos de Fernanda. Nahas chegou a ser preso por porte ilegal de arma, mas foi liberado após 37 dias.
Condenação e prisão
Em 2018, o Tribunal de Justiça de São Paulo condenou Nahas a sete anos em regime semiaberto. A defesa recorreu e o caso chegou ao STF, que aumentou a pena. Como ainda havia recursos pendentes, ele permaneceu em liberdade até junho de 2025, quando todos os recursos se esgotaram e a Justiça de São Paulo expediu o mandado de prisão.
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