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Operação mira organização criminosa chinesa ligada ao PCC por lavagem de dinheiro com venda de eletrônicos
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Esquema usava empresas de fachada e venda de eletrônicos para ocultar dinheiro do crime organizado
Por: Camaçari Notícias
Foto: Ilustrativa/Pixabay
Uma operação conjunta da Polícia Civil de São Paulo, do Ministério Público e da Secretaria da Fazenda, realizada nesta quinta-feira (12), investiga uma organização criminosa de origem chinesa com suposta ligação ao Primeiro Comando da Capital (PCC). O grupo é suspeito de lavar dinheiro por meio da comercialização de produtos eletrônicos em larga escala em todo o país.
De acordo com as investigações, a quadrilha teria movimentado ao menos R$ 1,1 bilhão em apenas sete meses. As vendas dos produtos eram feitas por meio de uma plataforma principal, mas os pagamentos eram direcionados para empresas de fachada, que funcionavam como contas de passagem com o objetivo de ocultar a origem ilícita dos recursos.
Ainda segundo a polícia, as notas fiscais eram emitidas por outras empresas, também vinculadas ao esquema criminoso, criando uma estrutura empresarial simulada para dar aparência legal às transações financeiras.
Uma das empresas investigadas estaria registrada em nome de um integrante do PCC, que atuava como “laranja”. As apurações indicam ainda que o grupo utilizava membros de facções criminosas como sócios formais e beneficiários de imóveis de alto padrão, numa tentativa de blindar o patrimônio obtido de forma ilegal.
Ao todo, estão sendo cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão nos estados de São Paulo e Santa Catarina. Promotores do Grupo de Atuação Especial de Persecução Patrimonial (GAEPP), do Ministério Público, obtiveram na Justiça o sequestro de bens e valores que podem chegar a R$ 1,1 bilhão.
Entre os ativos bloqueados estão imóveis de alto padrão, veículos de luxo, contas bancárias e empresas utilizadas para a movimentação financeira do esquema. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos e aprofundar a ligação entre o grupo e organizações criminosas atuantes no país.
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