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Operação da Polícia Civil mira suspeitos de tentar matar líder religioso Táta Ricardo em Camaçari

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Operação da Polícia Civil mira suspeitos de tentar matar líder religioso Táta Ricardo em Camaçari

Mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos contra os investigados pela tentativa de homicídio

Por: Camaçari Notícias

Foto: Ascom PC BA

A Polícia Civil da Bahia, por meio da 18ª Delegacia Territorial (DT/Camaçari) cumpriu, nesta terça-feira (3), mandados de prisão e de busca e apreensão contra suspeitos da tentativa de homicídio, intolerância religiosa e ameaças contra um líder religioso do município de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

A principal linha de investigação para a motivação dos atos criminosos refere-se a denúncias acerca de uma obra irregular nas proximidades do terreiro onde ele atua, que trazia impacto para esta área. A vítima realizou cerca de dez registros a respeito da possível irregularidade da construção, em um órgão fiscalizador do município e, no dia 26, esteve junto aos secretários de Segurança Pública, Justiça e Direitos Humanos e Assistência e Desenvolvimento Social quando relatou o ocorrido e pediu investigações sobre a origem das ameaças.

De acordo com as investigações iniciadas a partir da denúncia da vítima, realizada na última quinta-feira (26), o homem preso no centro da cidade tentou adentrar o imóvel com o objetivo de cometer o homicídio. Outros suspeitos de envolvimento nos crimes também foram alvos de mandados de busca e apreensão e continuam sendo investigados.

Durante as buscas foram apreendidos duas pistolas calibre 9 mm e 380, munições dos mesmos calibres, carregadores de munições, réplicas de armas de fogo e distintivos, algemas, vestimenta, calçado e capacete utilizados na ação criminosa investigada, além de armas brancas, de choque e uma motocicleta com dados identificadores adulterados, também utilizada no crime.

As Secretarias da Segurança Pública (SSP), de Justiça e Direitos Humanos (SJDH) e de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), envolvidas no acompanhamento do caso, reafirmam a gravidade de casos de ameaças contra defensores de direitos humanos e destacam a importância de combater de maneira implacável todos os casos de racismo e intolerância religiosa. A partir do material apreendido e da prisão realizada, a investigação avançará para a identificação e prisão outros possíveis envolvidos.

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