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Operação Bandeira Branca prende sete suspeitos de tentativa de homicídio em Salvador

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Operação Bandeira Branca prende sete suspeitos de tentativa de homicídio em Salvador

Polícia Civil cumpre 21 mandados e apreende adolescentes às vésperas da final do Baiano

Por: Camaçari Notícias

Foto: Ascom/PC

A Polícia Civil da Bahia concluiu, nesta quarta-feira (4), a Operação Bandeira Branca, que resultou no cumprimento de 21 mandados judiciais e na prisão de sete homens investigados por participação em uma tentativa de homicídio registrada em Salvador. Durante a ação, três adolescentes suspeitos de envolvimento no ataque também foram apreendidos.

As medidas judiciais incluíram mandados de prisão temporária, busca e apreensão domiciliar e internação provisória. Nas diligências, foram recolhidos celulares, carteiras de sócio de torcida organizada, arma branca e peças de vestuário supostamente utilizadas no episódio.

Os mandados foram cumpridos em diversos bairros da capital, como Fazenda Grande II, Fazenda Grande IV, Mussurunga, Pau da Lima, Canabrava, São Marcos, Castelo Branco, São Cristóvão, Trobogy, Pirajá, Itapuã, Águas Claras e Nazaré. As equipes também realizaram buscas na sede e na loja oficial de uma torcida organizada. No município de Feira de Santana, um suspeito foi preso.

Deflagrada às vésperas da final do Campeonato Baiano, a operação teve como objetivo identificar e responsabilizar os envolvidos no episódio de violência ocorrido em 17 de janeiro de 2026, na Avenida São Rafael. Na ocasião, vítimas foram cercadas e agredidas por um grupo numeroso de torcedores, com socos, chutes e golpes de arma branca. Três homens chegaram a ser presos em flagrante à época e tiveram as prisões convertidas em preventivas pela Justiça.

A identificação dos demais investigados foi realizada por meio de diligências conduzidas pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com apoio do Departamento de Polícia Técnica (DPT), incluindo análises periciais e técnicas de reconhecimento facial a partir de imagens registradas durante o ataque.

A operação foi coordenada pela 2ª Delegacia de Homicídios/Central, vinculada ao DHPP, e contou com o apoio do Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE), do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC) e do Batalhão Especializado de Policiamento em Eventos (BEPE), da Polícia Militar.

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