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Acusada de latrocínio contra dono de restaurante é capturada uma década após crime em Salvador

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Acusada de latrocínio contra dono de restaurante é capturada uma década após crime em Salvador

Restos mortais do comerciante José Carlos Araújo da Silva foram encontrados em 2016, enterrados em um buraco de dois metros no Horto Florestal.

Por: Camaçari Notícias

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Os restos mortais de José Carlos Araújo da Silva foram encontrados em agosto de 2016

Uma mulher apontada como suspeita de participação na morte do comerciante José Carlos Araújo da Silva, de 46 anos, foi presa nesta terça-feira (24), em Salvador, uma década após o crime. O corpo da vítima foi encontrado enterrado no quintal de uma residência em agosto de 2016, no bairro do Horto Florestal, região do Cabula.

A suspeita foi localizada na região das Mercês, no Centro da capital baiana, durante a Operação Artemis, ação policial voltada ao cumprimento de mandados contra investigados por crimes graves contra a vida. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), ela estava foragida da Justiça e tinha mandado de prisão em aberto pelos crimes de latrocínio, roubo seguido de morte, e ocultação de cadáver.

Os restos mortais de José Carlos foram encontrados no dia 15 de agosto de 2016, enterrados em um buraco com cerca de dois metros de profundidade no quintal de uma casa localizada no Horto Florestal. No local, a polícia também encontrou uma camisa vermelha pertencente à vítima.

Na época das investigações, o filho do comerciante, José Carlos Araújo da Silva Júnior, então com 24 anos, relatou ao jornal Correio que uma mulher que mantinha um relacionamento amoroso com o pai teria indicado aos policiais o local onde o corpo estava enterrado. Segundo ele, a suspeita também teria entregue a faca usada no crime e mostrado o quarto onde o assassinato aconteceu, que apresentava marcas de sangue na cama e no teto.

José Carlos era dono de um restaurante no bairro Jardim Santo Inácio, onde também residia, em um imóvel situado no andar térreo do estabelecimento. Antes de desaparecer, ele teria pedido a um mototaxista que o levasse até o Horto Florestal. O comerciante não era casado e deixou nove filhos.

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