SEC divulga resultado preliminar de projetos científicos para Encontro Estudantil 2026
Publicado em
Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies
Notícias
/
Polícia
/
Policial penal é preso em operação contra entrada clandestina de celulares em presídio da Bahia
Polícia
Policial penal é preso preventivamente; cinco mandados de busca são cumpridos em Feira de Santana e Santo Estêvão.
Por: Camaçari Notícias
Foto: Divulgação/SSP-BA
Uma nova ofensiva contra a entrada clandestina de celulares em unidades prisionais da Bahia foi deflagrada na manhã desta terça-feira (18). Batizada de Operação Sísifo III, a ação investiga um esquema que teria permitido a introdução e a circulação irregular de aparelhos telefônicos no Conjunto Penal de Feira de Santana.
Um policial penal foi preso preventivamente durante a operação. Também foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nos municípios de Feira de Santana e Santo Estêvão. As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Feira de Santana.
Durante as buscas, os investigadores apreenderam celulares, cartas manuscritas e uma arma de fogo na residência do policial penal preso.
As investigações apontam para a possível participação de pessoas que atuariam tanto dentro quanto fora do sistema prisional. A suspeita é de que o policial penal mantinha articulação com indivíduos responsáveis por entregar aparelhos e valores fora da unidade, enquanto internos receberiam os celulares e fariam os dispositivos circular dentro do presídio.
Investigação mira corrupção e lavagem de dinheiro
A Sísifo III é resultado do aprofundamento de uma investigação iniciada na Operação Angerona II, que identificou indícios de um esquema voltado à entrada clandestina de celulares em presídios baianos.
No decorrer das apurações, surgiram elementos relacionados a possíveis crimes de corrupção ativa e passiva, ingresso indevido de aparelho telefônico em estabelecimento prisional, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Segundo os investigadores, o esquema teria uma estrutura que conectava pessoas externas ao presídio, agentes com acesso à unidade e internos interessados em obter os aparelhos. A investigação busca esclarecer de que forma os equipamentos eram entregues, introduzidos no estabelecimento e distribuídos entre os custodiados.
Outro ponto sob apuração é a possível obtenção de vantagens financeiras com a entrada irregular dos celulares e com a utilização dos aparelhos pelos internos.
Ação integrada
A operação é conduzida de forma integrada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), por meio dos Grupos de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e de Execução Penal (Gaep); pela Polícia Civil da Bahia, através do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) e do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc); e pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap).
Siga o CN1 no Google Notícias e tenha acesso aos destaques do dia.
Publicado em
Publicado em
Publicado em
Publicado em
Polícia
04/09/2026 10:20
Polícia
04/09/2026 08:20
Polícia
04/09/2026 07:40
Polícia
03/09/2026 20:30