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Polícia
Por: Sites da Web
Um vídeo com imagens de câmera de segurança da Papel & Cia mostram o momento em que o vigilante José Nilton Lima Costa, 63 anos, é abordado por um bandido do lado de fora da loja. Nas imagens é possível ver o momento em que se inicia um conflito e o vigilante é baleado e morto. "Ele se negou a dar a arma para o bandido, que atirou", explica a delegada Carla Ramos, titular da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos, que investiga o caso em parceria com o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Ainda de acordo com a delegada, duas testemunhas do crime já foram ouvidas. "Ambas relatam que o suspeito já chegou anunciando o assalto, mas as informações divergem quando diz respeito a quantidade de suspeitos. Uma testemunha diz ter visto apenas um, enquanto a segunda testemunha relata a presença de três assaltantes no local", disse.
No vídeo, no entanto, é possível ver apenas o momento em que uma pessoa se aproxima do segurança. O crime ocorreu do lado de fora da loja (à direita, no alto do vídeo), que não chegou a ter nenhum pertence roubado. Ainda de acordo com a delegada, funcionários do estabelecimento relataram que não perceberam o momento em que o crime ocorreu. Até o momento, nenhum suspeito foi preso. A delegada Carla Ramos informou que já possui uma linha de investigação, mas não divulgará para não atrapalhar as investigações. Para a delegada, o suspeito já é conhecido da polícia pela prática de assaltos.
Em nota, a Papel & Cia lamentou a morte do vigilante e expressou sua solidariedade e apoio à família da vítima. "Compartilhamos do sentimento de dor e indignação que assola a todos, diante do estado de violência em que vivemos, o qual expõe trabalhadores e homens de bem a fatalidades desta proporção", diz a nota. José Nilton trabalhava armado e era o único vigilante no local no momento do crime. Ele trabalhava há cinco anos para a empresa VigSeg. De acordo com o Sindicato dos Vigilantes, José Nilton tinha experiência na área de vigilância e já tinha trabalhado para o Banco Nacional e em várias empresas de carro-forte.
O corpo do vigilante foi sepultado ontem no cemitério da Quinta dos Lázaros, na Baixa de Quintas. "Por que mataram meu pai? Por que mataram ele? Meu pai estava trabalhando", dizia, inconformada uma das filhas do vigilante.
Corpo foi sepultado ontem à tarde
(Foto: Marina Silva/CORREIO)
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