Mulher denunciada por tráfico é presa com 76 pedras de crack próximo a lava jato no bairro Gleba C
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Polícia
Por: Sites da Web
Agentes foram envenenados dentro da máxima (Foto: Fernando Antunes)
O Sinsap (Sindicato dos Servidores da Administração Penitenciária de Mato Grosso do Sul) afirmou ao Campo Grande News que os cinco agentes que passaram mal na quarta-feira (20) na máxima foram envenenados com o raticida conhecido como chumbinho. Conforme a entidade, a ingestão do produto foi confirmada por exames feitos no hospital El Kadri, onde alguns dos servidores estão internados.
Para o especialista, o produto é um pó facilmente solúvel e que pela cor escura facilmente se mistura ao café, bebida que continua o veneno e foi ingerida pelas vítimas. O caso aconteceu durante o café da manhã. Quatro servidores foram para o El Kadri e o outro, cujo estado de saúde inspira mais cuidados, está na Santa Casa. Por medidas de segurança, até o fornecimento de água a agentes foi proibido.
De acordo com o Sinsap (Sindicato dos Servidores da Administração Penitenciária do Estado de Mato Grosso do Sul), André Luiz Garcia Santiago, a garrafa de café foi levada à passarela que dá aceso ao pavilhão, onde ocorreu a intervenção na semana passada. “Os agentes tomaram o café e em seguida passaram mal”, diz o sindicalista. Segundo Santiago, os servidores tiveram vômito, diarreia, pressão alta, tontura e até desmaio. A ordem é que os agentes penitenciários não se alimentem da comida confeccionada pelos internos. “A orientação é de que eles não consumam nem a água da unidade”, informa.
O café e vários produtos da cozinha estão sendo periciados. Os presos responsáveis pelo café da manhã prestaram depoimento ao delegado da 3ª Delegacia de Polícia Civil, Fabiano Nagata, que está na unidade. A suspeita é de que os presos tenham usado medicamentos controlados para intoxicar os agentes. Na garrafa de café foi encontrado um pó branco.
O presidente afirma ainda que desde terça, agentes estão recebendo bilhetes com ameaças. O clima na penitenciaria está tenso. “São aproximadamente 2.300 internos para cerca de 7 a 8 agentes de plantão”, lamenta. O envenenamento ocorreu seis dias depois dos ataques a ônibus.
Na última quinta-feira (14), os atentados a ônibus começaram após tumulto ocorrido durante treinamentos dos agentes penitenciários recém-formados no curso de intervenção rápida na unidade. Houve reação dos presos e um deles, Bruno de Melo Garcia, 19 anos, teria ordenado que fossem feitos os ataques. No total, dez pessoas acusadas de envolvimentos estão detidas. Em cinco dias, três ônibus foram queimados e um apedrejado.
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