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Polícia
Por: Pesquisa Web
Um rapaz de 30 anos morreu na manhã desta segunda-feira (11), no Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador, após ter sofrido agressões ao sair de uma boate gay no bairro do Rio Vermelho, segundo imformações da família. A suspeita dos familiares é que Leonardo Moura tenha sido vítima de um caso de homofobia. Ele estava internadao na unidade de saúde desde o sábado (9).
De acordo com os relatos da prima da vítima, Caroline Moura, que morava junto com Leonardo no bairro da Barra e o chamava de irmão, ele saiu da boate nas primeiras horas da manhã de sábado, na companhia de um amigo. Ainda de acordo com Caroline, o amigo pegou um ônibus em direção ao bairro de Itapuã e o rapaz seguiu sozinho caminhando para achar um táxi.
Depois, ele foi achado desacordado na praia do Rio Vermelho, com muitos ferimentos e levado por uma ambulância do Samu até o Hospital Geral do Estado. O óbito foi registrado às 6h10 desta segunda-feira.
Conforme relatos dos familiares, Leonardo sofreu uma grave lesão nos rins e passou por uma cirurgia. Caroline detalha que, durante o fim de semana, ele chegou a apresentar uma melhora no quadro de saúde, foi levado para a enfermaria do hospital e até conseguia se comunicar. No entanto, não conseguiu lembrar do que ocorreu com ele.
A prima ressalta que Leonardo não tinha envolvimento com crimes ou drogas e que não faz ideia do que possa ter ocorrido, ou de quem possa ter cometido as agressões.
No relatório de necropsia da vítima, ao qual o G1 teve acesso no Hospital Geral do Estado, consta que Leonardo deu duas entradas na unidade de saúde durante o sábado. Na primeira delas, detalha a prima, o paciente teria se desentendido com uma médica e saiu do HGE por conta própria. No entanto, na tarde do mesmo dia, devido às fortes dores abdominais e ocorrência de vômito, Leonardo retornou ao HGE acompanhado de familiares, foi internado e submetido a uma cirurgia. Após o procedimento, a prima diz que ele chegou a apresentar uma melhora, mas o quadro mudou e ele veio a óbito nesta segunda-feira.
De acordo com informações da Polícia Civil, uma equipe do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) será responsável pelas investigações do caso.
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