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Polícia
Por: Camaçari Notícias
Na tarde desta quinta-feira (28), funcionários da Cooperativa de Transportes Cooperunião estiveram no Camaçari Notícias para denunciar a ação de policiais militares que teriam agredido um de seus colegas no ponto da Orla, no fundo da feira. O homem teria sido algemado, espancado e levado para a delegacia no fundo da viatura. “Um pai de família sendo tratado como marginal”, disse uma cobradora.
Segundo relatos dos cobradores, tudo começou quando um carro da cooperativa bateu em outro veículo que estava estacionado em local irregular. O rodoviário desceu para tirar foto e o dono do carro atingido partiu para agredi-lo. Nesse momento, uma guarnição da Polícia Militar chegou e os polícias já chegaram atirando para cima. Abordaram o motorista da cooperativa com truculência e o agrediram com chutes e socos, mesmo ele não oferecendo resistência. No final ainda o colocaram no fundo da viatura, enquanto o homem que teve o carro atingido foi no banco de trás do veículo.
“A função da polícia é proteger a sociedade e é assim que somos tratados. Já não basta termos que acordar todos os dias de madrugada para trabalhar, correndo risco de vida, sendo expostos a assaltos por causa da falta de segurança, e ainda temos que passar por um constrangimento desses?”, questionou um dos funcionários.
Os rodoviários acusam os policiais de abuso de poder e cobram que eles façam o trabalho deles na Cascalheira, onde os assaltos são constantes, segundo eles.
Entramos em contato com o 12º Batalhão da Polícia Militar (BPM) e a versão da polícia é de que a guarnição passava pelo local, quando presenciou três funcionários da Cooperunião agredindo um homem. Ao perceber a presença dos policiais, dois fugiram e o que ficou resistiu à ordem de parar e por isso foi algemado. O rodoviário foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos, mas não deve ser detido. Já o homem que foi agredido será encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) para fazer o exame de corpo delito. Quanto ao tiro que os rodoviários disseram que foi efetuado, a polícia nega e afirma que a única arma utilizada na ação foram as algemas.
Manuel Araújo, presidente da Cooperunião também entrou em contato com a nossa redação e afirmou que tudo não passou de um acidente envolvendo um dos motoristas da cooperativa, o dono do carro atingido e uma terceira pessoa, onde todos os envolvidos foram conduzidos para a delegacia para prestar depoimento. Ele informa que o advogado da empresa também já está no local. Manuel disse desconhecer as agressões por parte da polícia.
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