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Pintora baiana denuncia queimadura provocada por fogos durante o Festival Virada Salvador
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Artista afirma que estava em área permitida do evento quando foi atingida por um artefato pirotécnico e cobra mais segurança em grandes celebrações públicas
Por: Camaçari Notícias
Foto: Reprodução/Redes Sociais
A pintora baiana Beatriz Palma denunciou nas redes sociais um episódio traumático vivido durante o Festival Virada Salvador, na noite do Réveillon, na Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio. Segundo o relato, a artista foi atingida por fogos de artifício lançados durante a celebração organizada pela Prefeitura de Salvador, sofrendo uma queimadura na perna enquanto circulava pelo espaço do evento.
Em vídeo publicado na internet, Beatriz mostrou as marcas deixadas pelo acidente e detalhou o momento em que foi ferida. De acordo com ela, o incidente ocorreu enquanto caminhava entre os acessos do festival, acompanhada dos pais e amigos, em uma área aberta ao público, sem qualquer restrição.
“Eu tava no caminho de uma entrada para a outra, no meio da rua, onde tinham várias pessoas, carrinho de bebida, de comida, onde tinha SAMU. Eu não estava em lugares proibidos”, afirmou.
Ainda conforme o relato, a queima de fogos já durava cerca de oito minutos quando um artefato teria descido de forma inesperada.
“Do nada, um fogo desceu e foi parar no meio da minha saia. Eu não sei como aconteceu. Quando eu vi, a minha saia já estava praticamente pegando fogo. Eu senti um quenturão na perna e achei que eu ia morrer”, contou.
Um amigo que estava próximo conseguiu conter as chamas, chutando o tecido e pisando no fogo, o que evitou consequências mais graves. Após o susto inicial, Beatriz percebeu a gravidade da queimadura.
“Quando eu levantei a minha saia, meus pais vieram desesperados… eu tava com uma broca na perna”, relatou.
A artista foi encaminhada ao posto de saúde montado no próprio evento. Segundo ela, houve dificuldade inicial para acessar o atendimento por ter entrado pela saída do posto, mas a situação foi resolvida após relatar que havia sido atingida pelos fogos. Beatriz afirmou que recebeu atendimento imediato e precisou tomar duas injeções nas primeiras horas do ano.
“Queimadura é uma dor muito feia. Imagine uma queimadura de fogos no meio da perna, onde a gente movimenta o tempo inteiro”, disse. Por conta da dor intensa, ela precisou deixar o evento e retornar para casa.
Apesar do ocorrido, a pintora ressaltou o alívio por não ter sido atingida em regiões mais sensíveis do corpo.
“Eu só agradecia por não ter pegado no meu rosto, na minha cabeça ou no meu colo. Poderia ter sido muito pior”, afirmou.
Ao final do depoimento, Beatriz fez um alerta sobre a necessidade de maior segurança em eventos de grande porte.
“Acidentes em um evento dessa proporção não podem acontecer. Da mesma forma que pegou em mim, poderia ter pegado em uma criança ou em um idoso. Se não tem segurança total para soltar tantos fogos, é melhor não ter fogos”, concluiu.
A reportagem do BNews procurou a Prefeitura de Salvador para comentar o caso, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto para manifestação.
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