Justiça autoriza cobrança da Netflix para quem divide conta com outra residência
Publicado em
Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies
Entretenimento
Decisão atende pedido da PF após novas provas em esquema de lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 1,6 bilhão
Por: Camaçari Notícias
Foto: Reprodução/redes sociais
A Justiça Federal em Santos decretou, nesta quinta-feira (23), a prisão preventiva de MC Ryan SP, MC Poze do Rodo, Raphael Sousa Oliveira e outros investigados por envolvimento em um esquema bilionário de lavagem de dinheiro.
A decisão da 5ª Vara Federal atende a um novo pedido da Polícia Federal, apresentado após o Superior Tribunal de Justiça conceder habeas corpus aos investigados. Com o avanço das apurações e a análise de provas apreendidas, a corporação avaliou haver elementos suficientes para converter as prisões temporárias em preventivas.
Após a decisão, Giovana Roque foi vista deixando o Centro de Detenção Provisória de Belém, na Zona Leste de São Paulo. O artista permanece custodiado na unidade.
Os investigados haviam sido presos temporariamente no último dia 15 durante operação da Polícia Federal. Segundo as investigações, o grupo é suspeito de movimentar mais de R$ 1,6 bilhão por meio de atividades como apostas ilegais, rifas clandestinas, tráfico internacional de drogas, uso de empresas de fachada, “laranjas”, criptomoedas e remessas ao exterior.
No habeas corpus, o ministro Messod Azulay Neto considerou ilegal o decreto de prisão temporária por 30 dias, destacando que a própria Polícia Federal havia solicitado prazo de cinco dias, já encerrado.
Apesar disso, a PF sustentou a necessidade da prisão preventiva para garantir a ordem pública, diante da gravidade dos fatos e do volume de recursos envolvidos. A corporação também apontou risco de continuidade das atividades criminosas e possível interferência nas investigações, com destruição de provas ou alinhamento de versões.
Com a decisão judicial, 36 investigados tiveram as prisões temporárias convertidas em preventivas, enquanto outros três passaram a cumprir prisão domiciliar.
Em rede social, a defesa de MC Ryan SP criticou o novo pedido da Polícia Federal, afirmando que a medida causa “perplexidade” por seu caráter considerado extemporâneo.
Siga o CN1 no Google Notícias e tenha acesso aos destaques do dia.
Publicado em
Publicado em
Publicado em
Publicado em
Entretenimento
13/05/2026 21:30
Entretenimento
13/05/2026 11:40
Entretenimento
12/05/2026 15:40
Entretenimento
11/05/2026 09:25