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Cinebiografia "Michael" alcança US$ 217 milhões e quebra recorde mundial de bilheteria

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Cinebiografia "Michael" alcança US$ 217 milhões e quebra recorde mundial de bilheteria

Estrelado por Jaafar Jackson, longa bate recorde de Oppenheimer

Por: Camaçari Notícias

Foto: Glen Wilson/ Lionsgate

A cinebiografia “Michael”, que retrata a vida de Michael Jackson, alcançou a maior estreia da história para filmes do gênero no último fim de semana. O longa-metragem arrecadou globalmente cerca de US$ 217 milhões (aproximadamente R$ 1 bilhão), superando marcos anteriores da indústria cinematográfica. Protagonizada por Jaafar Jackson sob direção de Antoine Fuqua, a obra consolida-se como um fenômeno comercial, apesar da divergência técnica entre a crítica especializada e a audiência global.

Com o desempenho recorde nas bilheterias mundiais, a produção sobre o "Rei do Pop" ultrapassou oficialmente "Oppenheimer", do cineasta Christopher Nolan. O filme sobre o criador da bomba atômica havia registrado US$ 180 milhões em seu primeiro fim de semana, marca que agora ocupa o segundo lugar no ranking histórico das cinebiografias.

O pódio das maiores aberturas do gênero é completado por "Bohemian Rhapsody", que narra a trajetória de Freddie Mercury e do grupo Queen. O filme de 2018 registrou US$ 124 milhões em sua estreia, ficando agora US$ 93 milhões atrás do fenômeno protagonizado pela família Jackson.

Um dos pontos mais comentados sobre o lançamento de "Michael" é o abismo entre as percepções de analistas e espectadores. No agregador de críticas Rotten Tomatoes, a produção amarga uma aprovação de apenas 38% por parte da crítica especializada, que aponta falhas narrativas.

Esse fenômeno de recepção sugere que o apelo emocional e a performance de Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, foram suficientes para cativar os fãs, independentemente das ressalvas técnicas dos especialistas.

Dirigido por Antoine Fuqua, conhecido por obras de ação e drama intenso, o longa foca na evolução artística de Michael Jackson. A narrativa inicia na infância do astro, detalhando os primeiros passos no grupo Jackson 5 ao lado de seus irmãos, e percorre sua ascensão solo até o auge da turnê "Bad", nos anos 1980.

O sucesso financeiro estrondoso e o desfecho do longa alimentam rumores na indústria. A produção encerra indicando que a história do artista não foi totalmente contada, deixando o gancho para uma possível continuação. Com um faturamento inicial de R$ 1 bilhão, a expectativa é que o estúdio confirme em breve uma segunda parte para explorar os anos subsequentes da vida do cantor.

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